Apple é processada por garantia e resistência do iPhone à água




Como diversas outras fabricantes, a Apple inclui um nível de resistência à água nos seus smartphones — o qual só vem “melhorando” a cada geração lançada. No entanto, nem todo mundo tem a mesma “sorte” e, às vezes, basta um breve co ntato com qualquer líquido para um iPhone bater as botas.

Fato é que, para alguns consumidores, as alegações de resistência à água fornecidas pela Apple (as quais são usadas até mesmo em suas ações de marketing) deveriam ser absolutas. É justamente por esse motivo que a companhia está sendo alvo de um novo processo, no qual a empresa é acusada de “exagerar” nas capacidades de resistência à água do iPhone.


Mais precisamente, a ação aponta que as especificações divulgadas pela Apple são “insuficientemente precisas” e que elas “se baseiam em níveis de certificações testados em laboratório, não em situações reais”.

Eles também acusam a Apple de não definir termos de garantia precisos e induzir o consumidor ao erro — isso porque a companhia sugere que usuários enxáguem o iPhone com água da torneira se ele entrar em contado com um líquido (que não seja água).

Segundo os demandantes, isso pode ser usado pela Apple para negar a cobertura da garantia, já que a água poderia entrar no aparelho e ativar o sensores/indicadores de contato com líquido (LCIs) — o qual “comprova” que algum possível dano ocorreu por esse contato.

A potencial ação coletiva engloba “todos os compradores de iPhone que moram no estado de Nova York”. De acordo com a acusação, a Apple supostamente violou diversas leis do código de defesa do consumidor do estado.



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